E-commerces e Marketplaces

E-commerces e Marketplaces

Confira a entrevista com o especialista Stallin Estefferson, executivo que é founder e CEO da empresa Tech Seller Stoom, graduado em Ciências da Computação pela Unicamp, com mestrado na área pela mesma universidade. Stallin tem passagens pela Embrapa e OneBrain, é mentor na Associação Brasileira de Startups, investidor anjo, membro da Academia E-commerce Brasil e professor da ESPM.

 

O mercado e as diferenças entre as diversas plataformas de venda online

Segundo dados do The LatAm Tech Report elaborado pela Latitud em novembro de 2022, o mercado de e-commerce na América Latina já soma mais de US$100 bilhões e vem crescendo rapidamente, estando ainda aquém da penetração em mercados desenvolvidos. A região apresenta enormes oportunidades por sua grande e jovem população, com grande penetração de acesso a internet. 

Fonte: The LatAm Tech Report, Latitud – 2022

 

Apesar de ter crescido bastante nos últimos anos, sobretudo com a aceleração das compras online resultante do impacto da Covid-19, há ainda muito espaço para novos players no segmento na região e no Brasil. As projeções são de que o mercado regional chegue a US$199 bilhões em 2025. 

Fonte: The LatAm Tech Report, Latitud – 2022

De forma didática, Stallin Estefferson, executivo que é founder e CEO da empresa Tech Seller Stoom, membro da Academia E-commerce Brasil e professor da ESPM, apresenta que o e-commerce é a plataforma base para qualquer negócio transacionar e fazer vendas pela internet. O tradicional conta com um carrinho de produtos que é direcionado a um checkout. Mas qualquer aplicativo com transação financeira pode ser entendido como um e-commerce, seja um aplicativo para solicitar entrega de comidas ou serviços de transporte.

Já os marketplaces são conceitualmente similares a grande shoppings. Nada mais são do que um local onde há público e esse público pode comprar de diversas lojas que estão ali. Exemplos claros são Magazine Luiza, Americanas, Amazon, Mercado Livre e outros que trazem várias lojas para suas plataformas. Além de comprar produtos da própria loja pode-se também comprar ítens de outras lojas que estão ali, permitindo que empresas pequenas tenham visibilidade a seus produtos por estarem em um lugar grande, agregando e otimizando o tráfego digital.

 

A aplicação de plataformas de vendas online para as diferentes indústrias

Stallin comenta ver que já há grande maturidade no mercado de e-commerces B2C, voltado a produtos para o consumidor final, no país. Todavia a indústria B2B tem progressivamente crescido em uso de e-commerces para ganhar capilaridade e celeridade nos processos comerciais. Ele comenta sobre o caso da empresa Starrett que os contratou para construir seu e-commerce e vende ali produtos diversos para serem revendidos por lojas de materiais de construção.

Em relação a marketplaces, Stallin comenta que tem crescido não só a atuação das empresas no marketplace-out, que é expôr seus produtos em um grande marketplace de terceiros, mas também a atuação no formato marketplace-in, que é a própria empresa se configurar como plataforma e trazer lojistas para vender em seu espaço, ganhando com isso nas transações sem a gestão de estoques. Ele comenta também o caso de um Shopping Center que os contratou para estruturar o marketplace próprio com as lojas que vendem fisicamente em sua estrutura presencial estando apresentadas ali.

Há um movimento de busca por marketplaces mais nichados, diferentes das plataformas onde se encontra de tudo e são mais genéricas, voltados a públicos e ofertas mais específicos que permitem comunicações mais direcionadas.

 

A liderança das iniciativas de projetos de e-commerces e marketplaces

As pessoas que lideram projetos com esse perfil em geral são dos times comerciais, vendo nas plataformas mais um canal de vendas, evitando perder oportunidades por não ter um canal digital.

Normalmente, existe um apoio grande do time de marketing, pois os projetos envolvem marca da empresa e é comum que e-commerces substituam o site institucional das empresas. Muitas vezes é a própria área que puxa a demanda.

A equipe de TI sempre é envolvida nos projetos, mas raramente puxa.

 

Desafios e pontos de atenção em projetos de plataformas para vendas digitais

Stallin comenta três pontos principais de atenção em projetos dessa natureza. Trabalhando sobre esses temas, amplia-se as chances de lucro da nova plataforma.

 

Geração de tráfego

Diferente de um shopping físico onde a escolha do ponto já prevê a existência de fluxo de pessoas em função do movimento da localidade, em plataformas online não é assim. Mesmo com marcas fortes no meio físico, é essencial ter um plano de investimentos em marketing e mídias para trazer público para a plataforma online. Isso requer investimento e não pode ser desconsiderado dos projetos. A maioria dos e-commerces acaba falhando aí, sendo o maior desafio.

 

Integração de canais e sistemas

Do ponto de vista tecnológico, o desafio está na integração de sistemas, aproveitando os recursos de uma presença omnichannel quando há lojas físicas, habilitando otimizações de acesso ao público e de logística.

 

Cultura interna

É importante trabalhar nos projetos para aculturar os colaboradores, sobretudo dos times comerciais de lojas físicas, sobre os benefícios das plataformas online, que não competirão com as vendas tradicionais. Dar clareza da importância ao negócio em se estar em múltiplos canais de vendas para atingir as necessidades de seus clientes é fundamental, conquistando cooperação em vez de competição dentro da empresa.

 

Dicas para implantação de plataformas digitais de vendas ou evolução das plataformas atuais

Para os projetos de implantação de novas plataformas digitais, para empresas que não as possuem, é essencial que se entenda de forma clara o que se espera do e-commerce. Existem plataformas já prontas que atendem bem a quem está começando ou está testando o canal. Fazer uma boa escolha desse modelo e ter clareza se será necessária uma solução mais completa ou abrangente é importante, não para descartar soluções SaaS de cara mas para ter clareza de seu papel estratégico à empresa. Stallin recomenda cuidado ao utilizar plataformas open-source, sendo as mais comuns o Magento e a U-Commerce, pois é importante entender de tecnologia para instalar e utilizar de forma adequada, habilitando as evoluções e atualizações com foco.

Já para quem tem uma solução implantada e busca evoluir, já dando certo mas com alguns entraves, é interessante que se tenha clareza de que a digitalização não irá retroceder, o mercado digital é crescente e o percentual do negócio oriundo dos meios digitais só deve se ampliar. Dessa forma, vale considerar implantar uma solução mais robusta e capaz de escalar e evoluir, em vez de plataformas que requeiram substituição, evitando desperdícios de recursos em cada fase da ampliação da plataforma. O entendimento de conceitos e fundamentos por trás da escolha tecnológica e ter um olhar de longo prazo são dicas que Stallin traz para esse público.

 

Diferenciais da Stoom como Tech Seller de Desenvolvimento de E-commerces e Marketplaces

Na fundação da Stoom, já identificaram que os líderes de mercado têm solução de e-commerce própria e não usam SaaS. Isso não é por acaso, mas sim porque para se estar na vanguarda é essencial ter controles e capacidade de evolução e diferenciação. A Stoom é um acelerador para médias e grandes empresas criarem suas plataformas próprias, não começando do zero mas a partir de uma base porém habilitando que seus clientes tenham autonomia para evoluirem suas plataformas em linha com suas próprias necessidades.

As coisas mudam muito em relação a logística, meios de pagamento, inteligência de cross-selling e ter autonomia leva a um grande diferencial. A Stoom já é uma das principais se não a principal empresa de implantação de e-commerces B2B, B2C e Marketplaces para o mercado corporate.

Grandes empresas que buscam ir para soluções definitivas para seus canais de vendas digitais encontram na Stoom o parceiro ideal, destravando barreiras e oferecendo uma proposta de valor praticamente única no mercado.

O match ideal para a empresa é aquele Tech Buyer que já tenha tido experiência em e-commerces, geralmente empresas médias e grandes, e que estejam querendo dar um próximo passo em relação à sua digitalização, já tendo entendido quais são suas dores e onde busca evoluir e dar foco para diferenciação no mercado. Empresas que têm apetite para serem líderes em seu segmento, sejam do segmento Pet, do ramo de alimentação, supermercados, atacados, etc.

Já para empresas grandes que estão começando agora nas vendas online, a Stoom tem também uma solução especial com apoio em áreas como logística e outros elementos para ajudar nessa fase inicial.

 

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Confira no vídeo a entrevista completa com Stallin, da Stoom.

 

 



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